sábado, 17 de outubro de 2009

É noite.

É noite: sobre os telhados de novo
Se perde o rosto redondo da Lua.

Ele, o mais ciumento de todos os gatos,

Olha enciumado para todos os amantes,

O pálido e gordo «Homem da Lua».

Arrasta o seu cio furtivo pelos cantos mais escuros,

Espreguiça-se encosta-se a janelas entreabertas,

Como um frade lascivo e anafado anda

De noite, atrevido, por caminhos proibidos.

Friederich Nietzsche

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Ron-rons da Moody