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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Os gatos fazem bem à saúde.



Estudos científicos têm demonstrado que os gatos são mais do que bons amigos e animais de estimação. Eles são verdadeiros terapeutas e podem ser uma óptima opção para pessoas que sofrem de doenças, principalmente cardíacas.
Sabiam que possuir um gato pode reduzir o risco de ataque cardíaco?
Esta descoberta foi resultado de um estudo com cerca de 4.000 americanos por pesquisadores da Universidade de Minnesota. Depois de 10 anos de pesquisa, os donos de gatos apresentaram um risco de 30% a menos de sofrer ataque cardíaco, em comparação com aqueles que não possuem gato.
Num outro estudo recente, a Dra. Karen Allen, uma pesquisadora da Universidade Estadual de Nova York, descobriu que corretores com hipertensão que adoptaram um gato, tiveram menores leituras de pressão arterial em situações stressantes do que aqueles que não possuem o animal de estimação. 
No início do estudo, os corretores foram prescritos com o remédio anti-hipertensivo Lisinopril. Metade dos participantes foram seleccionados aleatoriamente para obter um cão ou gato como animal de estimação. Seis meses depois, Allen e seus colegas realizaram testes com os participantes para medir alterações na pressão arterial. Eles descobriram que a pressão arterial induzida pelo stress e continuou a subir nos corretores sem animais de estimação. 
Os corretores com animais também tiveram aumentos na pressão arterial, mas de apenas metade se comparado com o outro grupo.
Nessa pesquisa, que foi publicada no site da Univesidade de Buffalo e apresentada à Associação Americana do Coração, concluíram que os gatos controlam a pressão arterial melhor do que os medicamentos inibidores da enzima conversora da angiotensina (também chamados de inibidores da ECA), que ajudam a relaxar os vasos sanguíneos.
Sendo assim eles são, literalmente, mais eficazes na regulação dos níveis de pressão arterial do que a medicina moderna.
 
Cura Psicológica

Além de melhoria na saúde do coração, os gatos também auxiliam na produção de oxitocina no cérebro. Em um estudo publicado na revista Frontiers of Psychology, pesquisadores concluíram que os gatos, por causa do impacto que têm sobre os nossos níveis de oxitocina, são capazes de reduzir a agressão, aumentar a empatia, aprimorar a aprendizagem e produzir um aumento da confiabilidade em outras pessoas. 
A oxitocina é uma hormona produzida no hipotálamo, conhecida como hormona do amor. Quando isso acontece, os níveis de cortisol (hormona do stress) diminuem, promovendo uma sensação de bem estar físico e emocional, deixando corpo e mente em harmonia, fortalecendo o sistema imunológico, dentre outros benefícios.

O Ronronar dos Felinos

Alguns especialistas vão ainda mais longe e afirmam que o ronronar dos gatos pode curar graças às vibrações e sons graves que produz. De acordo com um artigo publicado na revista Scientific American, os gatos ronronam com um padrão consistente de frequência entre 25 e 150 hertz. Cientistas demonstraram que os felinos produzem o ronronar através de movimentos intermitentes da laringe e dos músculos do diafragma, e concluíram que as frequências de som nesse intervalo podem melhorar a densidade óssea e promover a cura de células. Os pesquisadores afirmam que, como o gato conserva energia através de longos períodos de descanso e sono, é possível que o ronronar seja um mecanismo que estimula músculos e ossos sem gastar muita energia. A resistência desses animais tem facilitado a noção de que possuem “sete vidas” e o ronrom pode fornecer uma base para essa mitologia felina.
Embora seja tentador afirmar que os felinos ronronam porque estão felizes, é mais plausível que o ronronar seja um meio de comunicação e uma fonte potencial de auto-cura. Esta descoberta pode fornecer ajuda para a medicina moderna, contribuindo para o tratamento de osteoporose e atrofia muscular.
Na mitologia egípcia, Bastet é uma divindade solar e deusa da fertilidade, além de protectora das mulheres.


Apesar das diversas pesquisas actuais, os dons do gato não eram segredo para os nossos ancestrais, principalmente para os antigos egípcios, que os tratavam como deuses. Eles eram adorados, sendo muitas vezes retratados em hieróglifos repletos de jóias. Além disso, naquela época matar um gato mesmo por acidente, era considerado um ato criminoso punível com a morte.
Os gatos podem não serem deuses, mas temos evidências suficientes com relação aos seus poderes de cura e podemos concluir que eles são verdadeiros terapeutas holísticos. Com estas novas descobertas, não existem dúvidas quanto à sua influência positiva na saúde dos seres humanos.
Não deixe de assistir o vídeo abaixo (em inglês), trata-se de uma experiência com os felinos e sua capacidade de nos transmitir momentos de alegria e serenidade sendo óptimos companheiros.



Terapia dos gatos: a prescrição para o stress!


BOM FIM DE SEMANA !

Beijinhos e Festinhas
Fê & Moody

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Como comunicar com o seu gato :

Estudo revela que os gatos desenvolveram um sistema de comunicação elaborado, com centenas de vocalizações diferentes para comunicar aos humanos o que pretendem.
Os gatos também podem aprender a entender o que queremos se repetirmos sempre as palavras e acções de modo consistente. Desta maneira, poderemos comunicar com os gatos um diálogo que, apesar de exigir tempo e esforço, é gratificante para ambos.

passos:
  •  1. Lembre-se que o som não é o modo preferido de comunicação de seu gato. A língua nativa dos gatos é um sistema complexo de expressão corporal, cheiros, expressões faciais e toque, enquanto nós humanos usamos primariamente o som. Os gatos rapidamente percebem que não entendemos os sinais não-verbais que eles usam uns com os outros, e vocalizam numa tentativa de comunicar na nossa língua. Ao observar qual reacção cada som causa em nós, o gato está sempre aprendendo a fazer pedidos (ou exigências)
  • 2. Escute seu gato. Se observar o que está fazendo enquanto mia, poderá aprender a associar a forma de miar e o aquilo que o seu gato pretende. Cada gato é diferente e pode ter suas variações, mas algumas formas de miar comuns incluem:
          * Miado curto - cumprimento.
          * Miados múltiplos - cumprimento excitado.
          * Miado em tom médio - pedido por algo.
          * Ronronado puxado - um pedido por algo.
          * Ronronado grave - uma reclamação.
          * Ronronado agudo - raiva ou dor.
      * Murmúrio (movimentos rápidos de mandíbula, "falando" entre os dentes) - excitação ou frustração (como quando uma presa está fora de alcance ou escapa).
        * Trinado (um cruzamento entre um miado e um ronronado com uma inflexão ascendente) - cumprimento amigável.
          * Ronronado suave - convite para contacto ou atenção.
  • 3. Observe seu gato. Por serem mais fluentes com linguagem corporal, certos gestos vão acompanhar a vocalização para reforçar a mensagem.
          * Cauda para cima - feliz
          * Cauda balançando - excitado ou ansioso
          * Olhos piscando - afecto.            
          * Orelhas para trás - alarmado
          * Passar a cabeça, flanco e cauda em uma pessoa ou animal - ritual de saudação
          * Bater a cabeça - amizade, afecto
          * Cheirar o rosto - confirmando identidade
          * Orelhas para trás e deitadas - medo e ansiedade.
  • 4. Converse com ele.
          * Use um tom de voz ligeiramente mais alto para indicar amizade e um tom mais grave para indicar descontentamento ou agressividade.
          * Repita sempre a mesma palavra (por exemplo 'dormir' ou 'cama'), a cada vez que for dormir, e eventualmente o gato vai associá-la com suas acções.
          * Se piscar os olhos devagar enquanto estabelece contacto visual com o seu gato, ele vai normalmente responder aproximando-se para ser acariciado, pois as piscadas são muito amistosas.

  •    5. Seja consistente. Por exemplo, os gatos normalmente pedem antes de entrar no espaço pessoal do outro, e um erro comum dos donos é dizer "não" mas assim mesmo acariciar o gato. Isto confunde o animal. Faça um não rápido e afaste o gato com firmeza, sem mostrar afecto, e é suficiente. A maioria dos gatos tenta duas ou três vezes invadir o espaço de alguém, frequentemente de direcções diferentes. Tenha paciência ao dizer "não".
          * Se eles fizerem algo que não aprova, borrife um pouco de água. Os gatos e a água raramente vão à bola juntos.
          * Se não gostar da ideia de borrifar água no gato, desenvolva um "tom de voz de comando" para usar com seu gato quando ele estiver fazendo algo de errado. Use uma voz natural, fácil de repetir, mas que se distinga da sua voz normal. Se usar esta voz de comando seriamente e só quando necessário, o gato vai aprender a reconhecer quando está fazendo algo que lhe desagrada.
          * Outro "não" fácil de fazer que todos os gatos reconhecem é um chiado rápido e agudo como o que é feito por eles mesmos quando dizem 'não'.

Esta lista não é, de modo algum, uma descrição exaustiva de gestos e vocalizações dos gatos, e pode não se aplicar a seu bichano. O sistema de comunicação felino é surpreendentemente complexo e se extende além do âmbito deste artigo. 

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

O GATO E A ESPIRITUALIDADE

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" Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não vê e aprecia o gato.
Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério.
O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência.
Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver.
Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afecto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento.
O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem.
Se há desarmonia real ou latente, o gato sente.
Se há solidão, ele sabe e atenua como pode, ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós.
Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe “ler” pensa que “ele” não está ali. Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.
O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluídos, auras, fantasmas amigos e opressores.
O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério.
O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado.
O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.
O gato é uma lição diária de afecto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção.
Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam.
Tudo o que precise de promoção ou explicação quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências.
Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato!
Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga.
Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos.
Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a acção imediata.
Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo.
O gato sai do sono para o máximo de acção, tensão e elasticidade num segundo.
Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo. Lição de saúde sexual e sensualidade.
Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias.
Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal.
Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular.
Lição de salto.
Lição de silêncio.
Lição de descanso.
Lição de introversão.
Lição de contacto com o mistério, com o escuro, com a sombra.
Lição de religiosidade sem ícones.
Lição de alimentação e requinte.
Lição de bom gosto e senso de oportunidade.
Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências.
O gato é uma chance de interiorização e sabedoria, posta pelo mistério à disposição do homem.
” O gato é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura, pois capta a energia ruim do ambiente e transforma em energia boa, — normalmente onde o gato deita com frequência, significa que não tem boa energia– caso o animal comece a deitar em alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é sinal de que aquele órgão ou membro está doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já percebeu a energia ruim no referido órgão e então ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar a energia ruim que tem ali. Observe que do mesmo jeito que o gato deita em determinado lugar, ele sai de repente, pois ele sente que já limpou a energia do local e não precisa mais dele.
O amor do gato pelo dono é de desapego, pois enquanto precisa ele está por perto, quando não, ele se a afasta.
No Egipto dos faraós, o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comumente com corpo de mulher e cabeça de gata.
 Esta bela deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos.
Nesta época, os gatos eram considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos.
“O gato imortal existe, em algum mundo intermediário entre a vida e a morte, observando e esperando, passivo até o momento em que o espírito humano se torna livre. 
Então, e somente então, ele irá liderar a alma até seu repouso final.”


Fonte: The Mythology Of Cats, Gerald & Loretta Hausman

terça-feira, 2 de abril de 2013

Os Olhos dos Gatos


Quando pensamos em gatos, uma das primeiras imagens que nos ocorre são aqueles olhinhos lindos que eles têm, que nos deixam totalmente derretidos ao olhar para eles. Os olhos dos gatos são muito especiais. Através deles pode-se descobrir, por exemplo, se o nosso amiguinho está ou não doentinho.

Porque brilham os olhos dos gatos?

Quem já não se deparou com os seus gatos durante a noite e viu que os seus olhos parecem brilhar intensamente? Pois bem, na realidade os olhos dos gatinhos não brilham durante a noite, o que realmente acontece é que os olhos contêm uma camada de células no fundo do olho, chamada Tapetum lucidum (tapete brilhante), que reflete toda a luz recebida, parecendo assim que os olhos brilham. O Tapetum lucidum, também presente em cães e outros animais geralmente com hábitos de caça noturnos, funciona tal como um espelho, refletindo a luz que chega até ele.

Os gatos têm visão noturna?

Os olhos dos gatos estão especialmente adaptados a ver em ambientes de fraca luminosidade

Como já pôde observar, os gatos não necessitam de acender a luz para andar no escuro sem bater contra tudo e todos. Eles têm uma óptima capacidade de visão em ambientes de pouca luz, sendo que conseguem ver cerca de sete vezes melhor do que os humanos na escuridão.
Isto deve-se ao facto de as pupilas dos gatinhos dilatarem bastante, de modo a que consigam captar o máximo de luz possível. Os humanos têm o mesmo processo nos seus olhos, contudo a sua capacidade de captação de luz é muito inferior à dos gatos.
Contudo não se engane e pense que os seus gatinhos vêem bem na escuridão total. O que acontece é que eles conseguem captar quantidades mínimas de luz e maximizá-la para obterem o máximo de detalhe possível, contudo se houver muito pouca ou mesmo nenhuma luminosidade disponível, sentem natural dificuldade em observar.
A visão noturna dos nossos gatinhos foi evoluindo devido ao facto dos felinos, na natureza, necessitarem de ver bem durante a noite de modo a caçarem as suas presas, geralmente pequenos mamíferos que são mais ativos durante a noite precisamente para evitarem a maioria dos predadores.

O que eles conseguem captar?

Os gatos detetam movimento melhor que nós, em contrapartida, não conseguem ver de forma tão nítida
Ao contrário do que acontece à noite, durante o dia os nossos amiguinhos não têm a mesma capacidade de visão, tendo apenas cerca de 10% da nossa visão diurna e não conseguindo focar os objetos com grande detalhe. Apesar de terem grande sensibilidade ao movimento e detectarem qualquer coisa que se mexa melhor do que nós, não conseguem ver nitidamente objetos que lhes estejam próximos.
Explicando de uma forma prática, enquanto os olhos dos gatos estão preparados para detetar o movimento de um rato mesmo que ele esteja num canto do seu campo de visão, assim que o gato o apanhar com as suas patas deixa de ser nítido. No final de contas, é mais importante apanhá-lo do que observá-lo.
Os nossos amigos peludinhos conseguem ter uma visão panorâmica que capta até cerca de 200º (os humanos vêm a cerca de 180º).

Os gatos vêem a cores?

Os olhos dos gatos conseguem ver apenas algumas cores

A resposta a esta pergunta ainda não é definitiva, pois é uma questão que continua em estudo. Alguns estudos efectuados afirmam que os gatos não conseguem distinguir cores, contudo outros estudos mais recentes comprovam que os nossos amigos conseguem distinguir algumas cores (de preferência cores chamativas), desde que estas estejam relativamente perto dos seus olhos.
Os gatos parecem responder a cores como violeta, azul, verde e amarelo, enquanto que o vermelho, o laranja e o castanho parecem estar fora do alcance dos olhos dos gatos.

Consegue ver se o seu filhote está bem através dos olhinhos?

Os olhos dos gatos podem ser um indicador de algum problema de saúde

Os olhos dos gatos conseguem transmitir quando eles estão doentinhos. Na constituição do olho do seu menino está presente a membrana de nictação, esta membrana fecha parcialmente quando ele está doente.
Para saber se o gatinho está doente ou não através dos olhos verifique se ele têm alguns destes sintomas:
  • A membrana de nictação parcialmente fechada;
  • Os olhos a lacrimejar;
  • Observar se têm uma pequena membrana fora do normal. Caso essa membrana exista, tente observar se esta é branca ou mais escura: caso seja mais escura é sinal que o gatinho está com problemas, se a membrana for branca é sinal que o seu gatinho tem febre.
Estes são os principais sintomas que os gatinhos apresentam e que consegue ver através dos olhinhos deles, esteja atento às modificações dos olhos dele e também do seu organismo e comportamento, pois não é apenas através dos olhos que eles mostram se estão ou não doentes.

Os gatos comunicam com os olhos?

Um piscar de olhos prolongado é um sinal de afecto do e para o seu gato

Muitos donos e entusiastas dos pequenos felinos suspeitam que os gatos têm formas de comunicação através do seu olhar. Por exemplo, se piscarmos lentamente os olhos a um gato, é algo provável que ele pisque os seus olhos em resposta. Se o seu gatinho estiver a olhar para si e piscar lentamente os olhos, é um sinal de afecto dele para consigo – retribua o gesto para com o seu menino. Algumas pessoas são também da opinião que piscar os olhos a um gato arisco ajuda a acalmá-lo, transmitir-lhe tranquilidade e carinho.
Este tipo de comunicação, embora não totalmente esclarecida, parece funcionar apenas de gato para humano (e vice-versa) e não de gato para gato.
De forma oposta, olhar fixamente para um gato durante muito tempo faz com que o menino se sinta ameaçado ou no mínimo desconfortável. Isto pode explicar um comportamento curioso dos bichanos: num espaço com várias pessoas, tendem a aproximar-se mais daquelas que menos gostam de gatos, porque as que gostam têm a tendência de olhar fixamente para eles, o que os incomoda, ao contrário das pessoas que não gostam ou não ligam aos gatos e que não estarão interessadas em olhar para eles.

Curiosidades sobre os olhos dos gatos

  • Em relação ao tamanho do corpo, os olhos dos gatos são os maiores entre todos os mamíferos. Em proporção, se tivéssemos os olhos do mesmo tamanho, estes teriam quase 20 centímetros de diâmetro;
  • Um gato branco com um olho azul, poderá ser surdo do ouvido que ficar do lado desse olho. Se ambos os olhos forem azuis, o gato poderá ser surdo dos dois ouvidos, mas é errado pensar-se que todos os gatos brancos de olhos azuis sofrem de surdez;
  • Todos os gatos nascem com os olhos azuis. Por volta da quinta ou sexta semana de vida a cor muda, podendo também ficar sempre azuis.

fonte: Mundo dos Animais

segunda-feira, 25 de março de 2013

Amizade entre ex-sem-abrigo e gato dá origem a livro

Amizade entre ex-sem-abrigo e gato dá origem a livro
A história verdadeira de um ex-sem-abrigo e antigo toxicodependente que recuperou a sua vida graças à amizade de um gato deu origem a um livro que já é um 'best seller' e que deverá, em breve, ser adaptado ao grande ecrã.

Num curto documentário divulgado no Youtube, o inglês James Bowen, atualmente com 34 anos, conta que numa certa altura da sua vida teve problemas com a família e acabou por viver nas ruas e a consumir drogas "para fugir à realidade".

Um dia, quando estava a frequentar um programa de apoio à toxicodependência para abandonar o vício da heroína, James encontrou nas escadas do centro o gato Bob, um rafeiro de pelo amarelo, que estava ferido e esfomeado.

O inglês decidiu ajudar o felino: gastou os poucos dólares que tinha consigo no veterinário e em alimentação. Depois de cuidar do animal, James ainda tentou devolver o gato às ruas, mas Bob regressava sempre para junto dele. Desde aí, os dois tornaram-se inseparáveis.

"As coisas mudaram drasticamente desde que encontrei o Bob... Eu era uma pessoa muito egoísta, quando consumimos drogas só pensamos em nós próprios, mas quando o encontrei e decidi ajudá-lo, fui obrigado a pensar para além de mim", explica o jovem escritor no documentário acrescentando que Bob "retribuiu com um amor e uma afeição" que James nunca esperaria encontrar.

A história destas duas personagens reais foi transformada em livro graças à intervenção da agente literária Mary Panchos - a editora do livro “Marley e eu”, do escritor norte-americano John Grogan, que conta a história de um homem e o seu cão.

Mary Panchos costumava ver Bowen a andar em Londres, com Bob repousando em seus ombros, e sentiu que aquela história iria seduzir os leitores. E, pelos vistos, o instinto de Panchos estava certo: até ao momento, “A Street Cat Named Bob” (“Um gato da rua chamado Bob”, em português), já vendeu mais de 350 mil cópias no Reino Unido, e foi publicado em 25 idiomas.

Este Verão, o livro será editado numa versão para crianças e, em breve, a história de Bob e James deverá ser adaptada ao cinema, segundo avançou recentemente a imprensa inglesa. Entretanto, Bob tornou-se uma verdadeira estrela, tem uma conta de Twitter com mais de 28 mil seguidores, uma página de Facebook e, até, um grupo de fãs que se intitula "Street Cats".

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

A Cama do Gato e do Cão


Como escolher a melhor cama para o nosso animal de estimação
Quando temos animais de estimação em casa existem algumas preocupações naturais, sendo uma delas o local onde eles vão dormir. A cama do gato ou do cão é uma das preocupações mais importantes e que não pode adiar, pois deverá ensinar o seu amiguinho mal este chega a sua casa sobre qual o local apropriado para dormir.
Como sabe, tanto os gatinhos como os cachorrinhos passam a maior parte do dia a dormir, 18 e 14 horas respetivamente, por isso o local onde o fazem deve ser adequado às suas necessidades, para que durante o sono, os nossos amigos possam estar confortáveis e conseguir assim descansar da melhor forma.

Será que os animais devem dormir consigo na cama?

Não há nada que nos diga que os nossos cães e gatos não podem dormir connosco, desde que bem limpos e que estes não tenham doenças.
Contudo existem ocasiões em que queremos a cama só para nós, como nas noites quentes de Verão, por isso temos de ver todos os prós e contras antes de tomarmos essa decisão. Os nossos amigos não gostam que um dia possam dormir connosco e no dia a seguir já não possam, por isso o nosso conselho é que considere bem todas as opções e verá que o mais adequado será o seu amigo ter a própria cama, quanto mais não seja para poder escolher o local onde quer tirar um bom soninho.

Como escolher a melhor cama para gato ou cão?

Quando estiver a escolher a cama para o seu amigo, deverá ter em consideração os seguintes fatores:
  • A idade do seu amigo;
  • O seu peso;
  • O tamanho do amiguinho;
  • A densidade do colchão;
  • Se os materiais da cama são materiais que duram ou não;
  • Se os materiais são fáceis de lavar ou não;
  • Se dá conforto ao seu amigo;
  • Se é à prova de água;
  • Se conserva o calor do animal.
Quando estiver a procura da cama para o seu pequenino deverá ter em conta a idade pois imagine, que agora o seu amigo é pequenino e vai ter duas hipóteses, ou compra um cama pequena, onde a densidade do colchão não necessita de ser muito elevada e quando este crescer volta a comprar uma nova cama, ou compra já uma cama com as características indicadas para quando o seu bichaninho crescer.

Quando eles são pequeninos

Se pretender comprar uma caminha que sirva apenas para quando são pequenos, então deverá optar por uma cama baixa, não necessita de ser muito grande (contudo deverá ter espaço para o bichaninho se esticar sem sair da cama), a densidade do colchão não é necessário ser muito elevada pois o animal ainda tem pouco peso, convém ser à prova de água e fácil de lavar pois como ainda são pequeninos ainda se podem descuidar algumas vezes, como é obvio o conforto deverá estar sempre presente, deverão ser propicias a que o seu bichaninho queira estar lá o mais tempo possível.

Quando eles já são grandes

À medida que o seu amigo vai crescendo vai ter necessidades diferentes, por isso a cama deverá ser grande, tendo assim espaço para dormir da forma que ele quiser (enroscado ou esticado), a densidade do colchão deverá ser proporcional ao peso do animal (quanto mais pesado o animal, mais denso deve ser o colchão), deverá ser fácil de lavar, à prova de água e deve conservar o calor. O conforto deverá estar presente como normal.
Tanto os cães como os gatos vêm na cama um local seguro e confortável, por isso esta deverá adequar-se as suas necessidades e exigências, existem assim muitos estilos de camas para que tudo possa ser avaliado e dar ao seu amigo o melhor.
Tipos de camas:
  • Camas de dois andares, para o caso de ter dois animais e não queria ter duas camas;
  • Camas redondas, para os animais que gostam de dormir enroscados;
  • Camas com diversas formas, em forma de casota, casa, bola, etc;
  • Camas colchão, onde é apenas um colchão mais grosso que constitui a cama;
  • Camas quadradas, este é o tipo de cama mais visto quer para cães quer para gatos;
  • Camas finas, este tipo de cama é visto mais em gatinhos, é apenas constituída por um tapete fino.
Quando se faz um investimento para os nossos filhotes tem-se sempre tendência a querer o melhor para eles e por isso é recomendado que os materiais da cama tenham uma boa durabilidade, evitando assim que ande sempre a comprar camas novas gastando dinheiro desnecessáriamente.

fonte: Mundo dos Animais

domingo, 3 de fevereiro de 2013

A curiosidade "matou" o gato :)

O famoso ditado popular A curiosidade matou o gato  surgiu na Idade Média. Essa frase, que tem como objectivo alertar as pessoas quanto a possíveis riscos resultantes da curiosidade extrema, passou a ser empregada na época da caça às bruxas.

Nesse tempo, as pessoas não gostavam de gatos e produziam armadilhas para capturá-los. Os gatos, por serem animais curiosos  por natureza, acabavam caindo nas armadilhas e morriam.

Os gatos, principalmente os pretos, eram associados à má sorte, por isso o desejo de exterminar os bichinhos :(
  Apreciem estes curiosos :)
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BOA SEMANA!

Beijinhos e festinhas

FÊ & MOODY