sábado, 28 de março de 2015

domingo, 22 de março de 2015

♥ Vamos brincar com a chica nº 5 ♥


NUMA FOLHA QUALQUER EU DESENHO UM SOL AMARELO
...........
E COM CINCO GATOS FAÇO UM CASTELO.


Não se esqueçam de brincar também,
visitem o blogue da amiga CHICA.


BOA SEMANA !

Beijinhos e festinhas
Fê & Moody

quarta-feira, 18 de março de 2015

Os Homens que não Gostavam de Gatos


Eu adoro gatos, mas sei que existem pessoas que não gostam. E têm todo o direito.
Mas se há animal que consegue conquistar o maior céptico em poucos segundos é o próprio gato.
Estes cinco homens experimentaram relutantemente a sensação de terem gatinhos ao colo num abrigo que promove a socialização e adopção de gatos. Para verem o resultado da “terapia” vejam o vídeo: )

Já agora, apreciem este gato que adora ser abraçado :) 



Beijinhos e festinhas
Fê & Moody

sábado, 14 de março de 2015

♥ Vamos brincar com a chica nº 4 ♥


 GATINHO CURIOSO, ESCORREGA DÁ SALTOS,
  FICA ANSIOSO.
DOU SALTOS OU NÃO DOU SALTOS, DECIDAM-SE !
Não se esqueçam de visitar e brincar 
no blogue da amiga Chica -

 ✿ Sementes da Chica...✿

BOM FIM DE SEMANA !

beijinhos e festinhas

Fê & Moody

quinta-feira, 12 de março de 2015

Os Gatos de Ernest Hemingway

Gatos de Hemingway
Hemingway com o seu gato Cristobal
Fotografia: JFK Library

Ernest Hemingway ficou eternizado pelas obras que escreveu e que lhe valeram o Prémio Nobel da Literatura em 1954, tornando-o num dos mais influentes autores norte americanos do século XX. Também ficou conhecido por diversas outras facetas, umas mais interessantes, outras menos.
Entre as mais interessantes, e também mais desconhecidas, encontra-se a sua paixão por gatos.

Gatos de Hemingway
Hemingway e os filhos Patrick (esquerda) e Gregory (direita) com gatos bebés
Fotografia: JFK Library
"Um gato tem honestidade emocional absoluta: os seres humanos, por uma razão ou outra, podem esconder os seus sentimentos, mas um gato não o faz."
– Ernest Hemingway
Quando se encontrava a viver em Key West, na Florida, o escritor recebeu como oferta de um capitão de um navio, Stanley Dexter, uma gatinha de seis dedos – uma mutação genética chamada polidactilia que consiste num número anormal de dedos em cada pata, que podem ir até sete.
Os marinheiros apreciavam particularmente os gatos com polidactilia, pois dizia-se que traziam sorte aos navios, além de controlarem as pragas de roedores a bordo, uma tarefa que os gatos já desempenhavam há vários séculos.
Gatos de Hemingway
Gatinha Snowball
Fotografia: JFK Library

Esta felina com 6 dedos, da raça Maine Coon, foi baptizada com o nome Snowball (em português significa bola de neve). Em 1945, o escritor já tinha em sua casa 23 gatos, todos eles polidáctilos.
Gatos de Hemingway
Hemingway com o seu gato Boise
Fotografia: JFK Library
"Os gatos foram colocados no mundo para refutar o dogma de que todas as coisas foram criadas para servir o homem."
– Ernest Hemingway
Após o suicídio de Hemingway, em 1961, a sua casa na Florida foi transformada num museu para retratar a sua vida e obra – e entre aquilo que o museu preservou estavam os seus gatos.
Gatos de Hemingway
Hemingway com o seu gato Cristobal
Fotografia: JFK Library

A sobrinha do escritor, Hilary Hemingway, juntamente com a autora Carlene Fredericka Brennen, escreveram a biografia «Hemingway’s Cats: An Illustrated Biography» (em português «Os Gatos de Hemingway: Uma Biografia Ilustrada») que relata os detalhes desta especial relação entre Hemingway e os gatos.

Mais algumas fotos do escritor com os seus felinos:
Gatos de Hemingway
Hemingway com o seu gato Boise
Fotografia: JFK Library
Gatos de Hemingway
Hemingway com um dos seus gatos
Fotografia: JFK Library
Gatos de Hemingway
Hemingway com um dos seus gatos
Fotografia: JFK Library
Gatos de Hemingway
Hemingway com um dos seus gatos

Fonte: Mundo dos Animais

sábado, 7 de março de 2015

quinta-feira, 5 de março de 2015

Gato recupera confiança de menino autista

Gato recupera confiança de menino autista


Fraser e Billy são protagonistas de uma amizade muito especial: Fraser é um menino autista que conseguiu ultrapassar grande parte dos seus medos graças ao apoio permanente de Billy, um gato que a família resgatou de um gatil.

Um dos seus filhos do casal Booth, foi diagnosticado com autismo quando tinha apenas 18 meses. É um diagnostico angustiante para qualquer pai uma vez que o prognóstico em termos de evolução e sempre muito reservado.

Como a maior parte dos autistas, Fraser vivia fechado no seu próprio mundo sem comunicar com aqueles que o rodeavam. Além do autismo, o menino sobre de uma doença que atrofia os músculos fazendo com o simples gesto de andar ou agarrar objectos se torne difícil.

“Desde o diagnóstico, a nossa vida não tem sido fácil. Não sabemos nunca o que fazer ou que tratamento seguir. A única coisa que podemos fazer é seguir os nossos instintos”, conta Loiuse ao site norte-americano Sydney Morning Herald.

E foi mesmo por instinto que a família decidiu ficar com o pequeno Billy, um gatinho adoptado de uma associação de protecção dos animais. A família tinha um gato idoso e, inicialmente, Fraser não ligava muito ao animal, mas nos últimos tempos parecia mais intrigado com o felino. “Como o nosso gato Toby já era muito velho achei que seria preferível arranjar um gatinho mais jovem”, explica a mãe do menino.

No momento em que foram buscar o jovem felino, Billy saltou imediatamente para junto de Fraser que ficou fascinado, olhando o animal com um “sorriso nos lábios”. “Queres dizer um olá ao Billy?”, perguntou a mãe ao menino. Para sua surpresa Fraser respondeu: “Mãe, vens comigo?”.

“Para os outros pais esta frase é uma coisa banal mas para nós foi um momento muito emocionante”, conta Loiuse. Desde aí, Billy e Fraser passam a maior parte do tempo juntos, com o gatinho a tornar-se um elemento fundamental, sobretudo quanto Fraser tem crises nervosas.

Loiuse salienta que a presença do animal acalma o menino nos momentos mais sensíveis para a criança, como a hora do banho que, antes de Billy chegar, era um verdadeiro pesadelo, com Fraser aos gritos do princípio ao fim. “Billy aproxima-se da banheira e fica ali a dar o seu apoio, Fraser simplesmente aceita e os banhos deixaram de ser um pesadelo”, relata a mãe do menino.

A história desta amizade que mudou a vida de uma família foi relatada por Loiuse no livro “When Fraser met Billy”, que já está traduzido em várias línguas.

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fonte: Mundo dos animais